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terça-feira, 28 de outubro de 2008

Uma dança

Ainda um pouco sobre Barcelona. Como é possível perceber, a cidade me impressionou bastante. No sábado, depois de andarmos pela cidade inteira, desembocamos em uma praça (Plaza de la Seu), onde fica a catedral (fechada para reforma, como grande parte da cidade). Houve, lá, uma manifestação interessante: uma orquestra que tocava em frente à igreja e, espalhados por toda a praça, grupos que dançavam. No entanto, era a mesma dança em todos os grupos... Imagino que ela seja típica da região. Abaixo, um vídeo que mostra um dos grupos.

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Língua estrangeira

Barcelona fica na região da Catalunha, cuja língua oficial (além do castelhano) é o catalão. Nunca tinha visto nada em catalão e estranhei um bocado: é mais ou menos uma mistura de castelhano com francês, com certa proximidade e palavras muito semelhantes ao português. Por exemplo: saída, em francês, é sortie; em castelhano, salida. Em catalão é a mistura dos dois e fica sortida. Na foto ao lado, dá perfeitamente para entender o que está escrito, mas na hora de ouvir, não dá para entender nada! Imaginem isso daí falado com o fortíssimo sotaque dos espanhóis. E o castelhano dos espanhóis, mesmo, parece de caricatura.

domingo, 26 de outubro de 2008

Passeios por Barcelona

Há muitas coisas a serem feitas em Barcelona, de modo que não é possível fazer em apenas 1 dia e meio (calculando: saímos sexta bem cedo, mas chegamos na cidade já ao meio-dia e começamos a passear mesmo à tarde. Na volta, tivemos de sair às 8h30 de Barcelona para conseguir pegar o avião às 11h25 em Girona). Andamos pelos rastros de Gaudí na cidade: Park Güell, Sagrada Família, Casa Batló; subimos nos pontos mais altos da cidade (gosto de altura): além do park Güell, Parque de Montjuïc e fomos de teleférico até a Torre São Sebastião, passando pela Torre Jaime I. Há a dimensão de uma cidade agitada, com muitos rastros artísticos, e o glamour do Mediterrâneo; monumentos, parques, museus - tudo isso é possível encontrar por lá e seria preciso, pelo menos, uns 4 dias para aproveitar tudo com calma. No Parque de Montjuïc, por exemplo, há muita coisa: o castelo, o teleférico, o Palácio Nacional e as fontes mágicas, a Fundació Joan Miró... e lá embaixo, uma outra vida, agitada, fervendo e esperando pelos turistas. Algumas coisas realmente muito caras: entrada na Sagrada Família (com desconto de estudante): 8 euros! E para subir na torre da Sagrada Família: 2,50! Teleférico: 12,50 ida e volta e 9 euros apenas um trecho. Entrada na Casa Batló: 16 euros (não encaramos essa). Mas enfim, há coisas também que me surpreenderam: o Castelo de Montjuïc, por exemplo, é parcialmente gratuito (pois, afinal, é uma fortaleza militar) e lindo. Para quem quiser, as fotos estão aqui.

Barcelona

Esta é uma imagem que fica na memória de quem passa por Barcelona: cidade alegre, com muita gente nas ruas até altas horas da madrugada, povo festeiro. Embora tenha ficado apenas um dia e meio (bruto) em Barcelona, foi o suficiente para perceber isso. O hostel onde ficamos era bem no centro velho da cidade, em uma rua próxima à La Rambla, rua conhecida pela movimentação. E, mesmo que tenhamos passados apenas pelos lugares mais turísticos, nota-se que esse perfil se confirma. A cidade é muito bonita. Ao chegar nela, não notamos nada de muito especial, mas à medida em que andamos por suas ruazinhas, que visitamos um lugar, as coisas nos surpreendem deveras.

A viagem não foi totalmente tranqüila: muitos imprevistos com ônibus, aeroporto; sustos e gastos extras fora de orçamento. Primeiro porque a gente não sai de Paris, mas de Beauvais, uma cidade a hora e meia daqui. Segundo, não descemos em Barcelona, mas em Girona, cidade a hora e meia do nosso destino. Com isso, gastos com ônibus que fazem o traslado... e, o pior de tudo, o imprevisto de termos perdido o ônibus na volta e ter de pagar um táxi (100 euros). Ou isso, ou comprar outra passagem - que, se fosse de última hora, sairia bem mais caro do que a facada do táxi. Mas, mesmo assim, valeu a pena.

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Um filme e uma viagem

Ontem fomos ver Blindness, filme de Fernando Meirelles adaptado do romance Ensaio sobre a cegueira, de José Saramago. Era tarde, fazia frio e a sala estava praticamente vazia... Um filme forte e contundente, como Cidade de Deus.

Mas eu deveria ter visto, mesmo, o filme de Wood Allen: Vicky, Cristina, Barcelona. Isso porque nesta sexta vou para lá, Barcelona, passar o final de semana. Volto no domingo. Esquema de viagem bem barata, mas que dá alguns transtornos: sair de casa às 5 da manhã, ter de ir a um aeroporto bem longe, descer em outro também bem longe, encarar avião, check-in etc. Por isso, o blog ficará fora do ar por alguns dias.