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sábado, 27 de abril de 2013

Elas


Maria e Anita. Minhas princesas, hoje na Unicamp.

sábado, 13 de abril de 2013

Sempre de cima

Subir ao ponto mais alto para ter uma bela visão panorâmica do lugar visitado. Todo mundo que viaja gosta disso. Não à toa, existem mirantes e mirantes por aí. Para se ter uma bela visão da região litorânea de Bombinhas (visão que se estende até o norte de Florianópolis), fomos ao Morro do Macaco. A imagem que os olhos capturam lá de cima é linda, e pelo alcance chega a ficar embaçada. Em certo momento, dá para notar a curvatura da Terra no horizonte. 

O mar visto do alto do Morro do Macaco
Para chegar lá, é preciso atravessar todas as praias: passar por Bombas, Bombinhas, Mariscal e subir o morro até o ponto em que se pega uma pequena trilha. Lugar de contemplação. E de belas fotos.

Outro lado: praia de Mariscal ao lado direito 

Praias do sul

Bombinhas vista do alto do Morro do Macaco
As praias de Santa Catarina são reconhecidas nacionalmente por sua beleza. Muito se fala de Florianópolis e de Balneário Camboriú (que teve seu auge há alguns anos). Decerto que elas têm uma imensa beleza. Mas um recanto aproveitado especialmente pelos próprios catarinenses é Bombinhas, pequeno município que fica na região de Porto Belo. 

A primeira vez que fui lá foi há muitos anos. A praia era transparente, linda, calma, deliciosa. Anos mais tarde, voltei. Já não encontrei mais a mesma tranquilidade, a cidade estava mais habitada, o mar menos límpido. Eis que voltei lá agora, depois de quase dez anos. Houve, de certo modo, uma invasão de pessoas à procura de suas conhecidas belezas, que acabam ocupando a cidade com apartamentos, casas, lotam os restaurantes à beira-mar e deixam as estreitas ruas engarrafadas. Isso tudo em abril

É claro que, com o crescimento, a praia perdeu muito. Um pouco suja, com vários pontos de escoamento do esgoto das casas diretamente na praia, sente-se uma certa tristeza em perceber isso a olhos nus. Bombinhas é tributária de uma topografia belíssima, cercada de mar e montanhas. O mar é de um azul/verde fantástico. Infelizmente, não se encontra uma política clara de conscientização para manter a beleza natural do lugar. 

domingo, 3 de março de 2013

Ainda agora...


A lua está desse jeito... minguando no céu.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

In natura

A natureza em seu estado puro em Brotas:




segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Brotas

Um final de semana em Brotas (SP), para descansar. Ou para cansar. A cidade, conhecida como destino certo para os amantes de turismo de aventura, fica muito bem posicionada ao lado do Vale do Jacaré, lugar onde se pode encontrar inúmeras cachoeiras e muitos lugares para esportes radicais. Pela primeira vez, levamos o Haku numa viagem assim. Ele, já com quase 9 anos, se comportou direitinho durante todo o final de semana e aguentou firme as 4 horas de passeio no Recanto das Cachoeiras

Como todas as cachoeiras para visitação são pagas (cerca de 30 reais por pessoa!), optamos por um único lugar para passar parte do dia. Do alto do Recanto das Cachoeiras é possível ter uma bela vista do Vale do Jacaré, além de ter um fácil acesso a duas ótimas cachoeiras. 

Mirante para o Vale do Jacaré

Mirante para o Vale do Jacaré

Trilha para a Cachoeira Santo Antônio

Cachoeira Santo Antônio (15 metros)

Trilha para a Cachoeira Roseira

Cachoeira Roseira (55 metros)

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Pássaros

Em Águas de Lindóia, dois momentos curiosos:

1. Um filhote de canário saindo do ninho para pedir alimento à mãe. Veja como a imagem do passarinho é de um filhotinho ainda muito, muito pequenininho:


2. Um beija-flor, durante o voo, bica a flor artificial. A velocidade desses pequenos pássaros torna a captura de uma imagem assim bastante difícil. Ainda não ficou perfeita, mas eu chego lá:


quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Comer em Curaçao

Não foi dessa vez que consegui comer bem em Curaçao. Em primeiro lugar, à noite estávamos tão cansados que mal conseguíamos pensar em procurar restaurantes. Além disso, investigamos o menu de alguns lugares e descobrimos que havia pouca opção vegetariana. Pode ser que procuramos pouco (acho bem provável), mas o certo é que dos poucos restaurantes que fui, dois deles não me agradaram

No Rif Fort há alguns restaurantes. Como eu estava procurando comida local, não fiquei interessada nem no indiano (Indi's spice bar), nem no japonês (Ema-tei) que há lá. Nos outros dois que fui, Anchor Waterfront Bar e Kasbanini Cafe, achei a comida gordurosa, com pouco sabor. Deu pra matar a fome, mas não para saborear uma comida bem feita. 

Seguindo a sugestão do Viaje na Viagem, foi no tal Mundo Bizarro que eu experimentei uma ótima comida. Bizarra, verdade, mas deliciosa e em um ambiente muito agradável. Mas não é, ainda, cozinha local. Então, ainda seguindo sugestões do blog, fui no Old Market para ter a minha experiência antropológica. Foi uma surpresa do bem. E muito bem! 

Entrada do Old Market
Tudo bem que a entrada no mercado não é nada simpática. O lugar é escuro e barulhento, que pode afugentar muita gente. Ao mesmo tempo, era nitidamente um lugar bastante procurado pelos turistas, o que significa que deve estar em todos os guias de viagem. São 6 opções de "restaurantes" para comer uma comida bastante típica, saborosa e barata.  

Atendimento no Old Market
Os atendentes nos interpelam e oferecem o menu. Caso queira comer com eles, é preciso sentar numa mesa comum (como de refeitório) e eles então trazem o prato feito. No meu caso, escolhi esse frango com mel, que veio com saladinha e arroz temperado.

Frango com mel
Acabei não comendo a tal da carne cozida, que me parece ser o mais típico de lá. Achei, no entanto, que não haveria opção vegetariana, mas nada que a carne não possa ser cortada do cardápio: purê de batata com espinafre, saladas, vegetais... 

Prato vegetariano
O toque de ter ido comer lá foi poder ficar alguns minutos conversando com o atendente. A comunicação, como no restante da ilha (nos pontos turísticos), poderia ser em papamientu, espanhol, inglês ou holandês. Soltei meu portunhol e fiquei ali conversando com aquele simpático senhor sobre as comidas e opções. Danki!

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Klein Curaçao

A praia de Klein Curaçao
Klein significa pequeno. Klein Curaçao é uma ilhota inóspita ao sudeste de Curaçao, sentido de Bonaire. De barco, são quase duas horas até lá partindo de Caracasbaai. Na ilha, não há muito o que fazer senão aproveitar o mar de azul turquesa impressionante, nadar com as tartarugas marinhas e visitar as ruínas do antigo farol e do navio encalhado. A beleza do lugar, no entanto, garante um dia impressionante. 

Fomos com a empresa Mermaid, a principal nesse traslado. Ela oferece uma boa estrutura para o visitante: além de uma casa na ilha que garante sombra, banheiros e chuveiro, eles incluem no preço (95 dólares por pessoa!) o café da manhã servido na ilha e um almoço com churrascos. Fazem ainda uns agrados: banana boat, ski surf e open bar. 

Farol abandonado da ilha e, ao fundo, o navio encalhado
A grande maioria dos turistas de Curaçao é holandesa. Uma vez que a ilha faz parte das Antilhas Holandesas, isso está bastante explicado: é lugar de férias para o povo de lá. E essa língua é oficial aqui. No barco, todos se comunicavam em holandês. De vez em quando, eles se lembravam que poderia ter gente ali que não entendesse a língua e então faziam a comunicação em inglês. Foi uma boa despedida de Curaçao, já que hoje estamos voltando. Deixaremos para trás esse azul perfeito, o sol intenso e o gosto de sal na boca. Carregamos conosco boas lembranças. 

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Cas Abao e Portomari

Cas Abao (Cas Abou) e Portomari (Port-Marie) são duas praias pagas que visitamos ontem e hoje. A noção de praia privada (paga) x praia pública, existente aqui, é nova pra mim. As públicas (Kenepa é uma, por exemplo) não têm praticamente infraestrutura nenhuma, apenas pequenas estruturas para dar sombra aos visitantes -- quando  muito, uma mesinha de madeira. São praias realmente selvagens, o que para mim vale muito (praia selvagem na minha concepção significa natureza preservada, mar limpo e pouca gente). As privadas (Cas Abao e Portomari, por exemplo) oferecem uma boa estrutura ao banhista: banheiros bons, cadeiras (pagas à parte), ducha. Além disso, possuem bares. Nem por isso são menos disputadas que as públicas; são realmente limpas e tudo é generosamente preservado. São bastante procuradas, sobretudo por famílias.

Cas Abao

Cas Abao
Em Cas Abao, o valor por carro (que pode ter até 4 pessoas) é de 10 florins. Em Portomari, a única praia em que vieram nos cobrar pela cadeira, pagamos 4 florins para entrar e 6 florins pela cadeira de praia. Ou seja, 10 florins por pessoa. Fato é: as praias são tão bonitas, mas tão bonitas, que o valor cobrado ficar irrisório. 

Portomari

Portomari

Portomari
Tanto em uma como na outra, bastam mergulhos no raso para encontrarmos uma imensidão de peixes. Ora nos sentimos num aquário, pela quantidade e diversidade de peixes, ora nos sentimos numa piscina, com areia branquinha no fundo e o marzão azul claro ao redor. Não dá vontade de ir embora...